Guardiã da Paulista

Reportagens

Créditos do Clipping: Adriana Milani


Matéria Revista Veja - 01/05/2009


Entrevista CBN - 02/05/2009


Entrevista Rádio Eldorado FM - 11/05/2009


Matéria jornal O Estadão - 12/05/2009


Veículo: ESTADO DE S. PAULO Repórter: Bruno Tavares/ Diego Zanchetta Página: C3 Assunto: Nikkei cadeirante atuará como guardiã na avenida Paulista - 13/05/09

Mesmo depois da reforma realizada pela Prefeitura de São Paulo na avenida Paulista em 2008 os cadeirantes que trabalham ou freqüentam a região ainda enfrentam problemas de acesso provocados pela maioria dos comércios instalados na via. Degraus e falta de rampas de entrada ainda prosseguem prejudicando a entrada e a locomoção dos portadores de necessidades especiais em determinados locais (...) Julie Nakayama começou seu trabalho como guardiã da Paulista na semana passada contratada pela vereadora Mara Gabrilli, que por trabalhar com foco nas pessoas com deficiência, se tornou pioneira em contratar uma pessoas em uma gabinete para trabalhar ajudando a Prefeitura (...)

Veículo: DESTAK Repórter: Da Redação Página: 04 Assunto: Paulista ganha guardiã de cadeirantes - 13/05/09

A cadeirante Julie Nakayama, 22, vai relatar à Gerência da avenida Paulista todos os problemas que dificultarem a passagem de deficientes físicos por suas ruas e calçadas. A ação é uma inicitiva da vereadora Mara Gabrilli, da qual Julie é assistente, e da Secretária das Subprefeituras.

Veículo: METRO Repórter: Da Redação Página: 04 Assunto: Paulista tem fiscal da mobilidade - 13/05/09

A assessora parlamentar e cadeirante, Julie Nakayama, 22 anos, iniciou nesta semana uma nova função junto à Câmara e a Gerencia da Paulista, órgão criado no ano passado e ligado a Secretária das Subprefeituras. Ela vai transitar diariamente pela Paulista e relatar problemas relacionados à acessibilidade para portadores de necessidades especiais. Entre os problemas estão calçadas quebradas ou em desnível, estabelecimentos que colocam mesas em locais proibidos e veículos que estacionam em locais que não permitem a passagem de uma cadeira de rodas. Na Câmara Municipal, Julie é assessora da vereadora Mara Gabrilli, que também é cadeirante.

Veículo: SÃO PAULO Shimbun Página: 6 Assunto: Nikkei cadeirante fiscaliza a av. Paulista como “guardiã” - 16/05/09

A recente reforma da av. Paulista deve se manter por um bom período no que depender de Julie Nakayama Hasushi. Aos 22 anos, a jovem nikkei que se locomove com uma cadeira de rodas, devido a uma paralisia, assumiu nesta semana o cargo de "guardiã" da mais paulista das avenidas de São Paulo. O trabalho de fiscalização inédito feito em parceria com a gerência da Pau-lista, subordinada ao secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, transforma a nikkei na primeira fiscal do cartão-postal da cidade. "Acompanhei toda a reforma da Paulista, até porque faço parte do Movimento Superação, que há cinco anos faz passeatas no dia 3 de dezembro (Dia do Deficiente Físico). A principal reivindicação é ter a av. Paulista mais acessível e, para isso, contamos com a ajuda da vereadora Mara Gabrilli (também cadeirante), para quem hoje trabalho", diz a guardiã, cujo cargo lhe gratifica. A partir de agora, Julie Nakayama percorrerá todos os dias a av. Paulista, com olhar clínico para detectar obstáculos que impeçam o ir e vir dos cidadãos com deficiência.

Matéria Blog Viva as Diferenças - 22/05/2009


Veículo: O ESTADO DE S.PAULO Repórter: Daniel Gonzales Página: 3 Assunto: Manutenção da Paulista será cobrada - 22/05/09

A cada cem passos, um problema: lixeiras quebradas, canteiros com lixo ou mato, calçadas quebradas e com rachaduras, fios expostos, pichações. Uma volta a pé pelos 2,67 quilômetros da avenida mais famosa de São Paulo, a Paulista, revela problemas que as reformas recentes tentaram, mas não conseguiram resolver. A Prefeitura implementou ali, em agosto, a primeira gerência de avenida de toda a capital. No entanto, as novas calçadas, lixeiras e jardins, instaladas a um custo de R$ 8,1 milhões, não duraram nem dois anos e já foram depredadas. Para recuperar a Paulista, o novo gerente da avenida, Heitor Sertão, que assumiu na semana passada, planeja adotar um modelo de "qualidade total", com o envolvimento direto de quem trabalha e tem imóvel no local nos cuidados com a manutenção. Trata-se de um plano inédito na capital, que vem sendo formatado pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras e pela gerência da avenida e deverá ser adotado ainda neste ano. Para implementar as medidas, só a gerência conta com um Orçamento anual de R$ 5 milhões. A ideia, segundo o gerente Sertão e o secretário Andrea Matarazzo, é atrair empresas, bancos, condomínios e estacionamentos para que cuidem da calçada do imóvel, participando da manutenção, fiscalizando eventuais buracos irregulares nas calçadas e avisando o governo municipal de qualquer ação que prejudique o visual da avenida. "Será como quem cuida da sala da sua casa", diz o secretário Matarazzo. Ainda não está definido se as empresas receberiam benefícios ou como seria feita a ajuda. As reuniões começam nos próximos dias. Mas uma das leis que devem ser aplicadas na Paulista é a de autoria da vereadora Mara Gabrilli (PSDB), que estabeleceu o Plano Emergencial de Calçadas (PEC) de São Paulo. Aprovado no ano passado, para ampliar as multas por irregularidades (que eram de R$ 200) e obrigar os paulistanos a adotarem normas de acessibilidade, o texto prevê multas de até R$ 1 mil por metro linear para quem não conservar o piso de suas calçadas.

Convênios

Como primeiro passo nessa mudança de conceito, o administrador local já firmou dois acordos. Um deles foi feito com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), para evitar que carros-fortes que atendem as 29 agências bancárias locais estacionem sobre as calçadas, concluídas há nove meses e já cheias de fissuras. Algumas das 11 instituições financeiras com sede ali também construirão baias para o estacionamento desses veículos. Sertão, que assumiu na semana passada em substituição ao primeiro "síndico", João Carlos Maradei, também agendará reuniões com representantes dos condomínios para que eles se integrem ao esforço para impedir o vandalismo no passeio público. "Sujou, no dia seguinte repõe", afirmou. O outro acordo do administrador é com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A partir do dia 4 de junho, a concessionária só poderá fazer intervenções na avenida se avisar a gerência. "Também procuramos as outras concessionárias de serviços públicos, que abrem buracos na avenida, para que nos avisem de todas as suas ações e consertem os estragos que fizerem", ressalta Sertão. As calçadas estão repletas de buracos e remendos feitos pelas concessionárias de serviços públicos, que abriram o pavimento para ter acesso a poços subterrâneos - "é serviço de porco", segundo Matarazzo. Ao lado do número 1.079, por exemplo, chama a atenção um retalho feito em um poço da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). As juntas de dilatação de latão foram roubadas às dezenas - a Prefeitura agora vai substituí-las por exemplares feitos de borracha. Segundo Matarazzo, o novo modelo adotado na avenida prevê a remoção de um bloco de concreto inteiro, cada vez que um serviço for executado no subsolo. A concessionária fica responsável por refazer o bloco, para evitar que surjam manchas e remendos. "Mas essa não é a prática que vem ocorrendo", lamenta.

Masp

Outra questão polêmica que deverá ser debatida é a acessibilidade do piso no vão livre do Masp. Ali, por ser local tombado, a Prefeitura não pôde fazer a calçada nova - e ficaram os paralelepípedos. A gerência recebeu reclamações e vai iniciar entendimentos com o órgão do patrimônio histórico para ver se é possível implementar o modelo de concreto.

Guardiã terá auxilio de “sindico”, que fará rondas à noite e nos finais de semana

A primeira guardiã da Avenida Paulista, a publicitária Julie Nakayama, de 22 anos, que é cadeirante, já vem circulando diariamente pela via para monitorar os problemas de acessibilidade e circulação-como dezenas de carros fortes, mesas de bares e até duas caçambas paradas sobre as calçadas, na frente do número 407, em plena tarde da quarta-feira passada. Ela vai ganhar agora, a companhia de um segundo guardião. Será, de acordo com Heitor Sertão, o síndico da Paulista, um funcionário municipal que ficará responsável por circular na via a noite em fins de semana, para observar atos de vandalismo contra os equipamentos públicos.

Veículo: JORNAL DA TARDE Repórter: Daniel G onzales Página: 3A Assunto: Após nove meses, Paulista pronta para nove reforma - 22/05/09

Calçadas e lixeiras quebradas, muretas e totens pichados e canteiros com mato e lixo são o cenário dos 2,67 km da via; entre 2007e agosto de 2008, mudança do calçamento e troca de equipamentos públicos custaram R$ 8,1 milhões A cada 100 passos, um problema: lixeiras quebradas, canteiros com lixo ou mato, calçadas quebradas e com rachaduras, fios elétricos expostos, pichações em muretas de concreto. Nove meses após a entrega da reforma de suas calçadas, esse é o retrato dos 2,67 km da Avenida Paulista, a principal via de São Paulo, por onde circulam 1 milhão de pessoas por dia. Os equipamentos novos instalados recentemente - as calçadas entre julho de 2007 e agosto do ano passado, e as lixeiras e jardins em meados do ano passado, a um custo de R$ 8,1 milhões - já estão quase totalmente vandalizados. Hoje, as calçadas, concluídas há nove meses, estão repletas de buracos e remendos feitos pelas concessionárias de serviços públicos, que abriram o pavimento para acessar poços subterrâneos - “serviço de porco”, segundo o secretário municipal de Subprefeituras, Andrea Matarazzo. Próximo ao número 1.079, por exemplo, há um retalho feito em um poço da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). As juntas de dilatação das calçadas, de latão, foram roubadas às dezenas - a Prefeitura vai trocá-las por exemplares de borracha (leia ao lado). Trincas causadas pelo estacionamento de carros-fortes, que atendem às 11 sedes de instituições financeiras e 29 agências da avenida estão por toda parte. Praticamente nenhum trecho da Paulista passou incólume. Os totens de sinalização, que têm os semáforos, também foram vítimas do vandalismo. Em toda a via, apenas três deles estão, aparentemente, em bom estado. Outros 30 estão pichados, sujos, com adesivos colados e fios à mostra, como o que fica no cruzamento com a Rua Pamplona. “Quem passa por aqui diariamente nota que as lixeiras não duraram nem quatro meses. Estão quebradas e pichadas. É triste”, diz o estudante Fábio Barros, de 19 anos, que toma ônibus na avenida. Por toda a Paulista, o JT contou pelo menos 35 lixeiras vandalizadas. Além das pichações, moradores de rua e catadores de materiais recicláveis abrem as portinholas, deixando o lixo exposto.

Acordos

Heitor Sertão, segundo a ocupar o cargo de gerente da Paulista em menos de um ano, afirma que pretende fazer com que os problemas da via sejam fiscalizados por moradores e empresas (leia texto ao lado). O cargo, criado em agosto do ano passado, foi a primeira gerência de avenida específica da cidade. Seu antecessor deixou a Prefeitura por motivos pessoais. Para recuperar o visual bonito da Paulista, Sertão, que assumiu na semana passada, diz ter firmado dois acordos nesta semana. Um deles é com a Febraban, para evitar que carros-fortes parem nas calçadas. Alguns bancos construirão novas baias para o estacionamento dos veículos. O outro acordo é com a Sabesp. A partir do dia 5, a concessionária só vai poder fazer intervenções se avisar a gerência. A empresa se comprometeu a consertar o que remendou até agora. A curto prazo, Sertão pretende concluir a licitação para troca dos totens. “O contrato de limpeza será assinado nos próximos dias”, afirma.

Veículo: O ESTADO DE S.PAULO EDITORIAL Página: A3 Assunto: A Paulista mal reformada - 26/05/09

O acúmulo de problemas na Avenida Paulista mostra que a reforma concluída há nove meses ao custo de R$ 8,1 milhões e a criação, pela Prefeitura, da primeira gerência de avenida da cidade não produziram até agora os resultados esperados. Como mostrou Daniel Gonzalez em reportagem publicada sexta-feira no Estado, a cada cem passos há um problema na avenida. Lixeiras danificadas, canteiros mal cuidados, calçadas quebradas ou com rachaduras, fios expostos, pichações são sinais de obras malfeitas ou que não foram adequadamente dimensionadas, de manutenção precária e de falta de fiscalização.

Se o quadro não mudar, serão criadas as condições para que a Avenida Paulista, escolhida como o símbolo de São Paulo, retome o processo de degradação por que passou não faz muito tempo e que foi detido pela mobilização da comunidade. Moradores, empresários, entidades da área - reunidos na Associação Paulista Viva, criada em 1996 para preservar a região - e representantes do setor público uniram-se para deter sua decadência acelerada e iniciar sua recuperação. Era necessário restaurar as calçadas e as pistas de trânsito, afastar os camelôs e refazer a sinalização - para devolver a avenida a mais de 1 milhão de pessoas que por ela circulam. Devolver-lhe a beleza e a funcionalidade, enfim.

Foi correta a decisão da Prefeitura de substituir o antigo mosaico português das calçadas, de manutenção cara e pouco seguro para os pedestres, por placas de concreto. A troca foi proposta na época pela Associação Paulista Viva, que sugeriu o uso do concreto pré-moldado. A Prefeitura, porém, optou pelo concreto moldado no local, solução mais barata.

Mas a escolha resultou em material menos resistente, como se constatou há um ano, depois do início das obras. O cimento ao redor das juntas de dilatação começava a ceder e, em alguns trechos, as placas já apresentavam rachaduras. Na época, o secretário da Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, reconheceu que "a obra foi malfeita, fora dos padrões", e determinou que ela fosse refeita.

Terminada a nova obra, a reportagem do Estado constatou que também foi malfeita. Há trincas nas áreas onde estacionam os carros-fortes que atendem as agências bancárias instaladas na avenida.

As obras de concessionárias de serviços públicos produziram efeitos danosos na Paulista reformada. Há buracos e remendos em toda sua extensão, feitos pelas concessionárias para ter acesso à sua rede subterrânea. "Serviço porco", segundo o secretário Andrea Matarazzo. O cidadão tem o direito de perguntar que providência tomará a Prefeitura para corrigir o que foi malfeito e que punição será aplicada a quem o fez.

Totens pichados, lixeiras danificadas são reflexos do vandalismo, que deve ser combatido por fiscalização mais intensa e, também nesse caso, pela punição dos responsáveis

Pior, para os que trabalham na região ou por ali circulam, é a visível redução do número de guaritas em operação. Elas foram instaladas pela Associação Paulista Viva para ampliar o policiamento de uma avenida que então era frequentada por trombadinhas e ladrões. O sistema de policiamento funcionou e os índices de criminalidade da Paulista baixaram drasticamente. Mas, agora, algumas guaritas permanecem vazias o dia inteiro, outras estão em mau estado de conservação. A falta de segurança volta a ser um problema sério na região.

O gerente da Avenida Paulista, Heitor Sertão, diz que vai adotar um modelo que chama de "qualidade total", para o qual pretende obter a colaboração de quem trabalha e tem imóveis no local. A ideia, completa o secretário Matarazzo, é atrair empresas, bancos, condomínios e estacionamentos para que cuidem da calçada, fiscalizem e avisem a Prefeitura sobre irregularidades.

Era o que fazia, até o início da administração Serra/Kassab, a Associação Paulista Viva, que durante alguns anos manteve com a Prefeitura uma parceria produtiva para a região. Essa parceria foi rompida por iniciativa da Prefeitura, que agora volta a buscar a colaboração dos que vivem e trabalham na Paulista.


Matéria TCM - 27/05/2009


LIVRO DE JORNALISTA E VEREADORA REÚNE HISTÓRIAS E ENTREVISTAS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA - 04/06/09

O presidente Roberto Braguim esteve no evento de lançamento do livro Vai encarar? A nação (quase) invisível de pessoas com deficiência, escrito pela jornalista Claudia Matarazzo, com a consultoria da vereadora Mara Gabrilli. A cerimônia aconteceu na terça-feira, 2 de junho, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. A iniciativa de uma publicação dedicada a esse tema é única no país e pretende informar a sociedade sobre a vida das 30 milhões de pessoas com deficiência no Brasil ao reunir entrevistas e histórias de alguns indivíduos com deficiência, que relatam as barreiras físicas e atitudinais que enfrentam diariamente. “Ver uma pessoa como a Claúdia, que não tem nenhum tipo de deficiência, envolver-se com um projeto desses já é uma grande vitória. Esse projeto mostra que as portas se abrem para as pessoas com deficiência e que elas fazem parte da sociedade”, declarou Gabrilli.

O deficiente visual, Daniel Monteiro, tem algumas de suas histórias retratadas no livro e também esteve presente no lançamento. “Eu doei um pouquinho de mim para o grande público para que conheçam o universo da pessoa com deficiência, que é muitas vezes desconhecido. Nós precisamos de trabalhos bem humorados, gostosos e leves como esse, que façam com que o público entenda da forma mais saudável como funciona essa questão”. Além disso, Monteiro mostrou-se satisfeito com as ações de defesa dos interesses das pessoas com deficiência do TCM.

Ademais das histórias dessas pessoas o livro dá dicas de como tratar alguém com deficiência e aborda questões importantes para a melhor adaptação desses indivíduos ao ambiente ao tratar das novas tecnologias disponíveis, namoro e vida sexual. A importância de um trabalho como esse, para o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marcos Belizário, é extrema, pois prepara a sociedade para a realidade que muitas vezes não enxerga as barreiras cotidianas desses indivíduos. Belizário ainda destacou as ações feitas pelo TCM - como o Seminário de Acessibilidade -, que visam disseminar os interesses das pessoas com deficiência, fiscalizando o cumprimento da lei que designa que todos os espaços dos poderes público e privado devam ser adaptados às necessidades de indivíduos com deficiência.

As atitudes que visam à adaptação dos lugares para melhor atender pessoas com deficiência é uma causa que recebe atenção da subprefeita da Lapa, Soninha Francine, presente no evento. Segundo Francine, o projeto desenvolvido por Matarazzo e Gabrilli é a melhor maneira de educar e divulgar essa questão para toda a sociedade. “É imprescindível que a sociedade saiba das dificuldades dessas pessoas e São Paulo tem melhorado nesse aspecto. A prova disso acontece aqui hoje, com tantas pessoas que vieram prestigiar o evento e tomam consciência dessa questão.

Vai encarar? é uma atitude que, junto com outras que têm acontecido, pretende conscientizar a população da essencialidade de incluir devidamente aqueles com algum tipo de deficiência. Como ressaltou Julie Nakayama, a jovem guardiã da Avenida Paulista, muita gente ainda trata o deficiente como criança e não de acordo com a idade que ele realmente tem. “O que Claudia Matarazzo e a Mara Gabrilli estão fazendo é fundamental, pois as pessoas têm que pensar no deficiente como um indivíduo, como consumidor”, declarou Nakayama.

Serviço:

Livro: Vai encarar? A nação (quase) invisível de pessoas com deficiência, da Editora Melhoramentos, 216 páginas (acompanha áudio livro). Autora: Claudia Matarazzo, com consultoria de Mara Gabrilli.

Preço: R$29,90


Entrevista Abesprev - 05/06/2009


Entrevista Gazeta Pinheiros - 07/06/2009


Entrevista Claro Blog - 08/06/2009


CQC - 08/06/2009


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